Dadá diz foi julgado politicamente e que provas não foram analisadas

Da Redação

A cassação do mandato do agora ex-vereador Adailson Ignácio Carlos da Costa, o Dadá (Podemos) promete ser decidida nos tribunais. O político revelou hoje, 28, que pretende reaver seu mandato na Justiça e confia que vai cumprir o seu quinto mandato na casa de leis.

Costa disse ainda que respeita a decisão do plenário, mas tem certeza de que foi julgado politicamente, principalmente ao perceber e denunciar que as provas e depoimentos de testemunhas não foram analisados ou levados em consideração durante a elaboração do relatório apresentado e aprovado pela Comissão Processante que indicou a sua cassação.

“Meu pensamento é que foi um julgamento político o qual não foram consideradas as provas apresentado pela minha defesa. Mas eu tenho a minha consciência tranquila, respeito a decisão da câmara, embora não concorde. Porém a Justiça que vai dizer. O importante é mostrar para minha família e para os meus eleitores a nossa personalidade e quem nós somos”, desabafou Dadá.

Dadá foi cassado por unanimidade (9 votos a 0). O político foi alvo de uma Comissão Processante que o julgou baseado numa denúncia do Ministério Público Estadual de que ele se apoderava de parte do salário de um assessor parlamentar. O relatório da comissão chegou à conclusão que Dadá era culpado pelos fatos narrados no processo e acabou sendo acusado e cassado por quebra de decoro parlamentar, corrupção e improbidade administrativa.

Com a cassação de Dadá, a cadeira no Legislativo do experiente político passa a ser ocupada pela primeira suplente do Podemos, a professora e ex-secretária de Educação de Cianorte, Neuza Casassa. A cerimônia de posse da vereadora no cargo deve ser marcada para os próximos dias pela mesa diretora da câmara.

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