Secretaria de Saúde desmente áudio com informações falsas sobre atendimento no CASR

Da Redação

A Secretaria Municipal de Saúde esclareceu algumas dúvidas quanto ao treabalho e funcionamento do Centro de Atendimento à Síndrome Respiratória, localizado no Centro de Eventos Carlos Yoshito Mori. O vídeo foi divulgado nas redes sociais da prefeitura de Cianorte após áudios circularem pela cidade questionando a eficiência do atendimento realizado no local.

No áudio, uma pessoa – provavelmente uma mulher – que não se identifica, questiona os medicamentos entregues à população atendida no local, e diz que o município não tem medicamentos suficientes para os infectados.

De acordo com a Secretaria de Saúde, todo paciente que chega ao Centro de Atendimento é avaliado por um profissional médico. Os sintomas são tratados de imediato, antes mesmo de confirmar a contaminação. Os kits Covid, que sãos os medicamentos entregues aos pacientes, dependem da avaliação médica e da gravidade dos sintomas apresentados.

O tratamento é individual, de acordo com o Conselho Federal de Medicina. A avaliação leva em conta sintomas, quadro clínico do paciente, a suspeita de contagio, e se já foi positivado ou não.

“Muitas pessoas chegam ao atendimento e já querem fazer o exame, mas é necessário avaliar cada caso para ser definida a data que ele vai acontecer e necessidade de isolamento. È possível notar que muda de pessoa para pessoa de acordo com o que é preconizado, como os medicamentos, que dependem da situação do paciente. Os médicos pedem sempre o retorno à unidade, para que seja refeita a triagem e o acompanhamento da evolução da doença. Nem todos os medicamentos podem ser utilizados desde o primeiro dia, pois podem agravar a situação do paciente”, explicou o médico Lucas Stocco.

Segundo a secretária de saúde, Rebeca Galacci, somando a região atendida pela 13º Regional de Saúde (RS), são 170 mil vidas que dependem dos leitos disponíveis a paciente com Covid -19 na Fundação Hospitalar do Paraná (Fundhospar) em Cianorte.

“Quando a gente trata de números e compara com outras Regionais de Saúde, os nossos são bem menores, tanto em infectados, óbitos, e pacientes aguardando por leitos. A diferença acontece em comparação à região, macrorregião e em nível estadual”, explicou Rebeca.

“Até esse fim de semana, três pacientes aguardavam por leitos de UTI pela 13º RS, e possuímos os leitos de transições na Unidade de Pronto Atendimento (Upa) e na Fundhospar, o que garante que o paciente será assistido. A situação dos números é avaliada diariamente e é discutido se devemos ou não alterar os decretos de flexibilidade”, finalizou Rebeca.

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