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Política

Guto Silva se reúne com Franzato

Chefe da Casa Civil conheceu projetos do grupo empresarial e prometeu apoio para indústria de Cianorte
Sérgio Pereira (E), Jedaías Belga, Guto Silva, Marco Franzato e o advogado João Liberati durante visita à sede do grupo Morena Rosa na 4ª (Foto: Marco Martins)

O secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva, fez uma pausa na sua apertada agenda na quarta-feira, 12, para poder fazer uma visita de cortesia ao empresário Marco Franzato. Após palestra na Associação Comercial e Empresarial de Cianorte (Acic), e encontros com prefeitos de municípios da região e uma reunião de trabalho com os chefes de núcleos e escritórios de representação do governo em Cianorte, o chefe da Casa Civil reservou parte da sua agenda para um encontro com o empresário cianortense.  

Silva fez questão de conhecer o Grupo Morena Rosa, assim como da nova sede da Faculdade de Administração e Ciências Econômicas (Facec) que será inaugurada no dia 13 de março, em Cianorte pelo grupo. A instituição tem hoje 800 alunos e oferece oito cursos de graduação.

Guto Silva revelou que não tinha dimensão da importância do Grupo Morena Rosa para a economia regional e se declarou impressionado com os investimentos já feitos e propostos em médio e longo prazo para Cianorte e cidades vizinhas. “Impressiona a forma como Marco Franzato administra seus negócios com os olhos sempre voltados para a sua cidade e região. Todos os seus projetos têm como base o desenvolvimento das cidades e das pessoas. Mostra que é um administrador de talento que chegou onde está não foi à toa”, disse durante o encontro o secretário.

Guto Silva explicou que o governo Ratinho Júnior está atento às demandas de Cianorte, principalmente no setor da indústria têxtil e de confecção. Segundo ele, os impostos que incidem sobre a indústria têxtil e de vestuário no Brasil são os mesmos para a indústria de transformação e são compostos por diferentes tributos. “Os impostos na moda também atingem o varejo e podem totalizar de 20% a 35% do preço da roupa. Somando todos os tributos que incidem sobre a indústria têxtil, uma calça jeans, por exemplo, tem cerca de 40% do seu valor final destinados aos cofres públicos. Assim, o empresário se desestimula a continuar produzindo e gerando empregos”, disse.

Para o secretário, a reforma tributária e o pacto federativo (em discussão no Senado) devem corrigir essas distorções. “É para isso que nós, liderados pelo governador Ratinho Júnior, estamos trabalhando”, explicou. “Juntos vamos mudar essa realidade”, completou.  

O secretário ainda defendeu que com a duplicação da rodovia PR-323, e os investimentos que o governo estadual pretende fazer em infraestrutura na região, vão tornar Cianorte e suas 10 cidades vizinhas muito mais competitivas do ponto de vista da atração de investimentos. “Os próximos dois anos serão de boas notícias não só para a região de Cianorte, mas como para todo o Paraná”, garantiu.