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Cianorte tem R$ 50 mi destinados ao Plano Safra 2018/19

Recursos tiveram aumento de 25% em relação à safra anterior e também atendem agricultores da região
["O Plano Safra prev\u00ea recursos para agricultura familiar, m\u00e9dios agricultores e agricultura empresarial",""] (Foto: AEN)

O volume de recursos do Plano Safra 2018/19 já está disponível para crédito rural de custeio, comercialização e investimento em todo o país. No total, são R$ 103 bilhões para agricultura familiar, médios agricultores e agricultura empresarial. Em Cianorte, o Banco do Brasil confirmou um crescimento de 25% do valor em relação à safra anterior e disponibiliza R$ 50 milhões para produtores locais e da região.

O gerente geral da agência de Cianorte, Sérgio Pagnan, afirma que os recursos podem ser remanejados conforme a demanda. “Este é um valor previsto inicialmente, que pode ser alterado de acordo com a necessidade de cada região, mas acredito que será suficiente para cobrir os custos dos produtores locais.”

Segundo ele, a agência atende agricultores de Cianorte, de Jussara e também de outras cidades da região. As novidades deste ano são a redução nas taxas de juros de até 1,5% e a inovação em tecnologia, que permite ao produtor fazer seu crédito na propriedade, sem ter que se deslocar até a agência. Os interessados poderão fazer a simulação de financiamento para custeio e investimentos pelo celular.

No Paraná, o Plano Safra disponibiliza R$ 13,6 bilhões. Do total, R$ 2,3 bilhões serão aplicados na agricultura familiar, R$ 3 bilhões vão atender os médios produtores e R$ 8,3 bilhões vão para a agricultura empresarial. Ainda sobre o total, R$ 11,7 bilhões serão direcionados para custeio e comercialização e R$ 1,9 bilhão em investimentos.

LINHAS DE CRÉDITO

Na safra 2018/19, os juros disponíveis para a agricultura familiar em custeio e investimentos vão variar de 2,5% a 4,6% ao ano e para os demais produtores vão variar de 6 a 7,5% ao ano.

Na safra anterior, os juros para custeio e investimentos variavam de 2,5% a 5,5% ao ano. Agora, os encargos financeiros com as taxas de juros serão pós-fixados, uma opção que está sendo dada ao produtor pela primeira vez.

As linhas de crédito disponíveis vão priorizar projetos de sustentabilidade e aumento de produtividade no campo. (Com Agência Estadual)